Turma do Bem

A Turma do Bem é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), fundada em 2002, que tem como missão mudar a percepção da sociedade na questão da saúde bucal e da classe odontológica com relação ao impacto socioambiental de sua atividade.



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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dentista de Teresópolis é premiada por trabalho voluntário

A dentista Anna Cristina Tenan foi premiada como Melhor Coordenadora no projeto Turma do Bem, trabalho voluntário de cirurgiões-dentistas que atendem crianças e adolescentes de baixa renda, proporcionando-lhes tratamento odontológico gratuito até completarem 18 anos.
Anna Cristina Tenan mora e trabalha em Teresópolis, região Serrana do Rio de Janeiro e foi destaque pela atuação na cidade. O atendimento só pôde ser feito graças a uma parceria importante com outra instituição sem fins lucrativos, o C.A.M.P., que recebeu a premiação de Melhor Instituição pela seriedade e respeito ao projeto.
Em Teresópolis são 40 dentistas atuando no projeto. Estão em tratamento 70 crianças num universo de 343 selecionadas. Portanto, a divulgação do Dentista do Bem pode sensibilizar mais dentistas na cidade para engajarem-se no projeto Turma do Bem. Há muitos rostos esperando por um sorriso.
A 5ª edição do Prêmio Sorriso do Bem foi realizada 19 de outubro no HSBC Brasil, em São Paulo. A Turma do Bem é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que já levou saúde bucal para mais de 15 mil. Além de homenagear parceiros e empresas, o Prêmio Sorriso do Bem celebra anualmente o engajamento dos oito mil dentistas voluntários da Turma do Bem, atuantes em todo o Brasil, Portugal e em nove países da América Latina.  Fábio Bibancos é presidente e fundador da Turma do Bem cuja missão é mudar a percepção da sociedade na questão da saúde bucal e da classe odontológica com relação ao impacto socioambiental de sua atividade.
Dra. Anna Cristina Tenan é carioca, formada pela UERJ em 1985 e Pós-Graduada em endodontia pela PUC.
O CAMP Teresópolis é uma entidade sem fins lucrativos e trabalha preventivamente há mais de 25 anos na cidade. Os jovens participam de treinamento intensivo por quatro meses, em curso preparatório para o ingresso no mercado de trabalho. Associar a formação à saúde bucal foi uma forma de ajudar ainda mais na auto estima desses jovens.

Assessoria de Imprensa

Verônica Lima: 55 21 7739-8190
                               ID. 55*88*6415


Teresópolis/RJ

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sorriso do Bem 2010 vai premiar o melhor dentista do mundo!

Os preparativos para o Sorriso do Bem 2010 estão a todo o vapor. Quase todas as cidades já confirmaram presença. Uma das novidades esse ano é a premiação do Melhor Dentista do Mundo, que será conferido ao melhor coordenador e a marca nominativa já foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Atenção coordenadores, os resultados devem ser encaminhados até o dia 15 de setembro!

fonte: www.turmadobem.org.br

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Dentes Sisos???


O que são Dentes do Siso?
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos - dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.

Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.

Como são extraídos os dentes do siso?
extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.

Você poderá sentir um pouco de dor ou inchaço, mas que passará naturalmente após alguns dias; no entanto, você deverá ligar para seu dentista se houver dor prolongada ou intensa, inchaço, sangramento ou febre.

extração dos dentes do siso devido ao apinhamento ou fato de estarem inclusos no osso maxilar não afeta a sua mordida ou a sua saúde bucal no futuro.

Inclusão horizontalInclusão angular

Inclusão vertical
Fonte: www.colgate.com.br

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ser dentista do bem...

É aprender todo dia "a fazer a diferença"...
É ser tolerante diante das dificuldades criadas por quem não conhece nosso trabalho...
É devolver sorrisos..
Fazemos diferença na vida de jovens que as vezes pensam que esta tudo perdido,mas que assim como nós acreditam em dias melhores.Podemos sim fazer parte dessas conquistas diarias desses jovens.
Devolvemos sorrisos,resgatamos sorrisos,conquistamos sorrisos com o nosso trabalho...melhor que ser um bom dentista é SER UM DENTISTA DO BEM

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Higiene Bucal redobrada para quem usa aparelhos.

A higiene bucal é mais difícil para quem usa aparelho ortodôntico, principalmente os aparelhos fixos. As peças coladas nos dentes, (os braquetes), os anéis cimentados nos dentes (bandas), fios e de acessórios aumentam as áreas que retêm os alimentos. Com isso é maior o acúmulo de placa bacteriana. A falta de higiene bucal faz com que ela se torne espessa e de difícil remoção.
A falta de higiene do paciente provoca um acúmulo de placa bacteriana, principalmente ao redor das peças coladas nos dentes, deteriorando a superfície do esmalte e provocando manchas brancas ou marrons que levam às cáries.
Para contornar o problema, que usa aparelho deve evitar a ingestão de alimentos açucarados e pegajosos. Como as balas, pirulitos, chicletes, que prejudicam os dentes, aumentando o risco de contrair a doença cárie. Evitar também a ingestão de alimentos duros como a pipoca e o amendoim e frutas como a maçã e a pêra, que devem ser cortadas em pedaços, porque a mordida forte pode danificar o aparelho fixo.
Os pacientes que usam aparelhos ortodônticos fixos devem ter atenção redobrada quanto à higiene, e prestar atenção às orientações do ortodontista. Além dos dentes, o aparelho também deve ser escovado diariamente com escova de cerdas arredondadas e macias para evitar que a placa bacteriana fique aderida. Há escovas específicas para isso, com pequenos tufos e cerdas em forma de V. Uma vez por mês o aparelho deve ficar de molho em anti-séptico bucal por 15minutos. A fervura do aparelho não é recomendada. A vida útil das escovas dentais dos pacientes ortodônticos é menor. Portanto, ela deve ser substituída sempre que necessário.
Para quem usa aparelho, a escova de dente dura menos.É preciso trocá-la com mais freqüência. A escovação horizontal (vai-e-vem) deve ser evitada por que machuca a gengiva e provoca cavidades nos dentes. Os movimentos com a escova no sentido da gengiva para os dentes, como se estivesse "varrendo" e, ao mesmo tempo, massageando a gengiva, ajuda a remover a placa bacteriana e a manter a gengiva saudável.
Usar o fio dental é indispensável. Uma agulhinha de plástico que ajuda a passar o fio entre os dentes é um acessório recomendável. Também é importante fazer bochechos com flúor uma vez ao dia, ante de dormir.

Fonte: www.uniodontomaringa.com.br/

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A aparência física e sua importância!

O que é bonito? 

Padrões de beleza variam de cultura para cultura, mas a maioria das pessoas valorizam muito mais características faciais bem equilibradas, principalmente na região da boca. A boca é um foco de atenção porque nós consistentemente comunicamos e expressamos nossos sentimentos através dela.
A maioria das pessoas estão muito conscientes sobre a aparência dos dentes, muito embora esta percepção possa ser subconsciente. Num estudo de 75 crianças, com idade entre 9 e 14 anos, cada uma delas foi mostrado fotografias faciais que variavam desde dentes protruídos como coelinhos, mandíbulas retruídas por falta de crescimento, até sorrisos ideais, onde os dentes se encaixavam apropriadamente. Foi pedido para cada criança selecionar um desenho que se parecia com ele ou ela. Invariavelmente, a fotografia da criança com uma mordida ou sorriso ideal foi escolhida.
Em outro estudo de crianças com menos de 8 anos foi mostrado uma série de fotografias de pessoas mutiladas, algumas sem braços, ou sem pernas, outras sem orelhas, ou cegos, ou sem dedos, e também pessoas com fendas labias e/ou palatinas. Foi perguntado às crianças quais das situações seria a mais difícil para se conviver. Quase a maioria delas escolheu a fotografia das pessoas com fendas labiais e/ou palatinas, mostrando assim a percepção que até mesmo as crianças tem com aparência facial.
A necessidade de aceitação é algo que nunca é superada.Um adulto ou uma criança que não sente-se atraente devido aos dentes tortos ou arcadas desalinhadas podem tornar-se inibidos, acanhados, contrangidos, envergonhados e preocupados com sua aparência. Ela ou ela podem muitas vezes cobrir a boca durante uma conversa ou dando risadas, sorrir pouco, ou mesmo tentam esconder ou mascarar seu perfil.
Além de melhorar a saúde bucal, ortodontia é um caminho para melhorar a fisionomia e a auto-estima de uma pessoa. O tratamento ortodôntico pode dar à uma pessoa a sensação de controle, pois proporciona uma oportunidade de participar na melhoria da aparência das pessoas. Aumento na auto-confiança é observado quase sempre antes do tratamento ter sido completo.
Uma aparência melhorada através do tratamento ortodôntico pode melhorar enormemente a auto-estima das pessoas, e melhorando a auto-estima pode definitivamente melhorar a qualidade de vida.

Fonte: ABC da Sáude

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Bruxismo em crianças


O Bruxismo caracteriza-se pelo ato de ranger ou apertar os dentes quando o indivíduo não está desempenhando a função de mastigação ou deglutição. Tem sido relatado como um problema comum no homem moderno, causando dor e desconforto não só na região da boca, mas também em regiões como ATM (articulação temporo-mandibular), cabeça, pescoço e ombros. Sua etiologia pode estar relacionada a fatores sistêmicos, emocionais, ocupacionais e oclusais.
Nas crianças pode estar relacionado à fase de desenvolvimento e crescimento dos arcos dentários onde a troca da dentição pode gerar uma instabilidade oclusal. Outro fator está relacionado a distúrbios emocionais, o que torna especialmente complexo o diagnóstico e determinação do tratamento desta patologia.
Nos casos de presença de desgastes dentários e sintomatologia dolorosa são utilizadas placas de mordida resilientes associadas a exercícios para relaxamento da musculatura. Quando o fator emocional está envolvido, faz-se necessário um acompanhamento psicológico e ingestão de Chá de melissa (Melissa Officinalis), que é uma erva conhecida pelo seu poder relaxante, também com intuito de minimizar a tensão sobre a musculatura (JOSGRILBERG, E. B.; GUIMARÃES, M.; GIRO , E.).
Cabe ressaltar que esta patologia multifatorial necessita de cuidados associados com atenção à criança como um todo, de forma a prevenir alterações mais severas na fase adulta.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Aids e os dentistas

• Existe risco de o paciente se infectar com o vírus da AIDS durante o tratamento odontológico?
Não há risco de contaminação da AIDS nos consultórios dentários, desde que os instrumentais que tenham sido utilizados em pacientes com AIDS tenham sido esterilizados corretamente.

• Esse tipo de esterilização é um processo complicado?
Não, pois as autoclaves usualmente utilizadas em clínicas odontológicas, são capazes de promover facilmente a destruição do vírus HIV.

• O vírus HIV é mais difícil de ser destruído que microorganismos causadores de outras doenças?
Não, ele é inativado com técnicas de biosegurança, desde que bem executadas.
O treponema pallidum, causador da sífilis, e o HBV, causador da hepatite B, são bem mais resistentes que o vírus da AIDS.

• Quais os cuidados que o cirurgião-dentista deve tomar para evitar o contágio?
Conhecer profundamente técnicas de assepsia e biosegurança. Certificar-se, pessoalmente, que os auxiliares conhecem as técnicas de biosegurança e que elas são praticadas em seu consultório.
Utilizar materiais descartáveis e cuidar para que jamais eles sejam reutilizados. Utilizar coletores de materiais erfurocortantes nos consultórios e, manusear com muito cuidado estes materiais. È obrigatório a utilização de equipamentos de proteção individual, tais como luvas, mascarras, gorros e óculos. Conhecer o histórico médico de seus pacientes. Estas e outras atitudes podem praticamente eliminar a possibilidade de acidentes.

• E as brocas, como devem ser esterilizadas?
Elas devem ser lavadas e posteriormente desinfetadas em soluções químicas de glutaraldeído antes de serem esterilizadas em autoclaves.

• O dentista deve usar um par de luvas novas para cada paciente?
Sim, pois a luva é considerada um material descartável e, portanto, deve ser eliminada após cada atendimento.

• Através do exame bucal, o dentista pode suspeitar que o paciente tem AIDS?
Sim, pois existem várias doenças na boca que ocorrem preferencialmente em pacientes HIV positivos.

• O paciente HIV positivo deve informar ao dentista a sua condição?
Sim, pois alguns cuidados especiais devem ser tomados com esse paciente, como por exemplo cobertura antibiótica após extrações.

• O dentista pode solicitar o exame anti-HIV?
Sim o dentista pode solicitar o exame de HIV, desde que o paciente concorde e tenha o conhecimento dessa solicitação.

• Quem corre mais riscos de contaminação no consultório dentário: o dentista ou o paciente?
Embora o risco de contaminação seja mínimo, o dentista, por estar em contato com os fluidos que podem conter vírus, como o sangue e a saliva, está mais sujeito à contaminação.

Fonte: http://www.clinicaede.com.br/curiosidades/

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Higiene bucal do Bebê

Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária.
Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso.
A cárie é uma doença transmissível. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir a ele essas bactérias.
A primeira visita ao dentista deve ser feita ainda na gestação. O ideal é que a mãe faça uma consulta para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.
A cárie de mamadeira é uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.
Quando for trocar a mamadeira pelo copo, e houver preocupação de o bebê não tomar mais leite a mãe deve ter alguns cuidados.Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá ser substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.
Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade.
Dr. Caio Racy

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Higiene bucal e o meio ambiente

Uma pesquisa realizada pela WWF Brasil em parceria com o Ibope, mostrou que 87% dos brasileiros fecham a torneira enquanto escovam os dentes para não disperdiçarem água.
Isto significa que cada pessoa deixa de gastar (considerando dois minutos de torneira aberta) cerca de 13,5 litros de água a cada vez que escova os dentes. Se um milhão de pessoas fecharem a torneira ao escovar os dentes ao longo de um mês, será poupada uma quantidade de água equivalente ao que cai das Cataratas do Iguaçu por 12 minutos. Isso prova que a motivação em colaborar com o meio ambiente é diretamente proporcional a economia financeira gerada ao final do mês na conta de água. Mesmo assim o que vale é a colaboração. Participe, pois o planeta e o país só ganham com atitudes dignas como essa.

Rodrigo G. Bueno de Moraes

domingo, 6 de junho de 2010

Medo atrapalha tratamento no dentista...

Experiências negativas
O medo pode ter raízes no passado. "Muitas vezes, o paciente torna-se odontofóbico porque vivenciou dor ou teve alguma experiência negativa com dentistas na infância", afirma a odontopediatra Eliana Amarante. Foi o que aconteceu com a professora Sônia Maria de Carvalho Pinto, 32.
"Acho que meu medo começou quando era pequena e fui a alguns dentistas ruins que fizeram o tratamento de qualquer jeito; até desmaiei por causa do medo de sentir dor", lembra. Já adulta, ela passou por outra experiência ruim: mesmo depois de seis doses, o anestésico não surtiu efeito, e ela foi obrigada a tratar um canal sem estar anestesiada. O medo até provoca insônia. Neste mês, ela teve de extrair dois pré-molares para usar aparelho ortodôntico. "Fiquei sem dormir três noites, tomando chá para tentar me acalmar", diz a professora.
Da mesma forma que as experiências negativas atrapalham, as bem-sucedidas ajudam a eliminar ou, pelo menos, reduzir o temor. É o caso de Pedro Basile Lindenberg, 10. Segundo sua mãe, a personal trainer Cássia Maria Amajones, 39, ele chorava muito e tinha de ser segurado quando precisava tomar anestesia. Recentemente, o garoto precisou extrair quatro dentes e, durante o procedimento, foi submetido à sedação consciente inalatória. "Com essa técnica, ele não sentiu dor e, como tudo foi explicado de forma detalhada pela dentista, ele ficou mais confiante", diz a mãe. Pedro parece ter superado o problema. "Ele precisou fazer uma obturação depois das extrações e nem tomou anestesia."
A sensação do desconhecido -que, no caso de Pedro, foi solucionada pelas explicações da dentista- também pode gerar medo, explica o psicólogo Antonio Pereira. Além de não entender exatamente como será feito o tratamento, o paciente pode ainda se sentir impotente. "Quando está na cadeira do dentista, a pessoa não está controlando a situação", afirma o psicólogo.
O psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Amban (Ambulatório de Ansiedade), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC), aconselha a pessoa a tentar se habituar gradativamente à situação, levando um amigo ao dentista e acompanhando sua consulta, por exemplo. "Assim, o que antes causava terror passa a causar tédio, e as reações de ansiedade vão se consumindo."
O temor também pode ser "transmitido" de pai para filho. "Metade das crianças sentem medo de dentista quando os pais também o sentem", afirma Cláudia Marassi. Isso pode acontecer quando o pai conta uma experiência dolorosa para a criança. A cirurgiã-dentista cita outra atitude dos pais que pode gerar temor: fazer ameaças, convertendo o próprio dentista, a anestesia ou a injeção em castigo quando a criança faz alguma travessura.


Algumas dicas:
• Respire profunda e calmamente antes de sentar-se na cadeira do dentista e enquanto estiver em tratamento. Ao se concentrar na respiração, você deixa de prestar tanta atenção ao dentista e ainda oxigena melhor o cérebro.
• Utilize técnicas de relaxamento, como meditação e exercícios de ioga.
• Se você tem fobia de sangue ou de ferimentos, não tente relaxar. Contraia os músculos para evitar desmaios.
• Acompanhe o tratamento de parentes e amigos para se habituar gradativamente ao ambiente e à situação.
• O desconhecido gera insegurança. Por isso peça ao dentista para explicar o tratamento antes de iniciá-lo.
• Não transfira o próprio medo aos seus filhos. Evite associar o dentista a algo doloroso ou punitivo e mostre que a ida ao consultório faz parte da rotina.


Folha de S. Paulo

sábado, 5 de junho de 2010

Gravidez e odontologia: Mitos e Verdades.

 • Existem modificações na boca durante a gravidez?
Apesar de existir a crença popular em que as mulheres grávidas apresentam maior perda de dentes, cáries que as mulheres não gestantes, não há nenhum estudo científico sobre isso. A razão de perdas de dentes e aumento de cárie se devem a negligência com a higiene oral.

Pode ocorrer alterações orais nas mulheres grávidas devido as modificações físicas e fisiológicas como acontece em todo organismo da gestante.
Entre as alterações bucais estão a gengivite gravídica que é uma resposta inflamatória exagerada em relação a fatores irritantes que causam a gengivite comum. A sua prevenção é simples, bastando realizar meticulosa higiene oral, (escovação e uso de fio dental) e, sempre realizar acompanhamento com o cirurgião-dentista. Pode ocorrer também aumento da mobilidade dentária, do fluido gengival e da profundidade da bolsa por alterações no equilíbrio hormonal, porém essas três alterações reduzem-se normalmente após o parto.
Outras mudanças que ocorrem na cavidade oral são o aumento da salivação e o aparecimento de pigmentação que ocorre geralmente nos lábios (manchas nos lábios) devido às modificações hormonais.

• Posso realizar algum tipo de tratamento odontológico durante a gravidez ou amamentação?
O tratamento odontológico de rotina deve ser evitado durante a gestação e para evitar situações de urgência odontológica, é altamente recomendável a realização de tratamento odontológico e check-up prévios a gestação.
Em casos de urgências odontológicas, como nos casos de pulpite, abscesso, por exemplo, deve-se realizar o tratamento, independente do período de gestação. Se for necessário a realização radiografia, deve-se comunicar o médico, para que ele tome os devidos cuidados, para que o risco para o feto seja praticamente nulo.
O uso de medicamentos deve ser avaliado pelo dentista e nunca deve ser feita auto-medicação. É importante salientar que durante a amamentação o lactante também recebe os medicamentos administrados à mãe, já que a grande maioria das drogas é excretada pelo leite materno, em menor ou maior grau.


• É verdade que o flúor fortalece os dentes do bebê?
O flúor é essencial na fase de calcificação dos dentes e constitui um método de prevenção de cárie. Porém, o uso do flúor pré-natal não tem nenhum valor na preservação de cárie dos dentes permanentes, assim, ao nascer, a criança deverá continuar a receber flúor.

Mayara Aguilar Dias de Brito
Mestranda da Disciplina de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

Anna Carolina Ratto Tempestini Horliana
Doutoranda da Disciplina de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo
Flavio Eduardo Guillin Perez
Maria Aparecida Borsatti
Professores Doutores da Disciplina de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Por Dr.Fábio Bibancos em seu Blog



Escrito em:12/5/2010
Se todos fossem iguais a você...
Quem teve a oportunidade de assistir o último documentário realizado pela Turma do Bem (Boca a Boca, 2009) pôde notar o tamanho da nossa encrenca para conseguir escolas ou instituições sociais para realizar a triagem dos jovens que serão beneficiados pelo projeto Dentista do Bem.Sempre que digo isso, alguém fala: “Como assim? Como vocês têm dificuldade de entrar nas escolas para realizar um projeto que oferece tratamento odontológico gratuito a quem precisa e não tem condições econômicas? Que absurdo!”Tem diretor que no primeiro contato telefônico, nem escuta o que temos a dizer: “A escola já tem projetos demais!” ou “Não temos interesse nisso!” Outros confundem o Dentista do Bem com outros projetos: “Vocês vão oferecer alguma limpeza e depois vão cobrar o tratamento.”Depois de muito tempo insistindo, chega o dia da triagem. Acham que os problemas acabaram? Já teve casos de escolas que as cartinhas de encaminhamento dos jovens selecionados (que são enviadas pelo correio para as escolas) ficaram guardados em uma gaveta. A direção simplesmente “esqueceu” de entregá-las.Ainda bem que existem diretores (a) que são realmente incríveis! Alguns se tornam amigos da Turma do Bem e nos ajudam de todas as formas: mobilizam funcionários para ajudar na explicação do projeto para os professores, na organização das filas (que não é nada fácil!), auxiliam no preenchimento das fichas e até nos convidam para um cafézinho ou merendar junto com a criançada. Alguns diretores, quando chegam as cartas, ligam para os dentistas, marcam as consultas, dão o dinheiro da passagem, e para completar, acompanham com “rédeas curtas” o tratamento dos jovens, informando a gente de cada passo deles no dentista.Mas essa semana aconteceu algo que eu nunca vi.
Recebemos da coordenadora de Teresópolis, Anna Cristina Tenan, as autorizações dos pais (necessárias para o encaminhamento dos jovens) de uma triagem realizada na instituição CAMP – Teresópolis totalmente datilografadas (sim, ainda existem máquinas de escrever!!!)
Não é um cuidado todo especial?Isso significam horas de trabalho a menos. Isso significa um cuidado prestimoso para com a ONG, com os adolescentes e com os dentistas. Além do visual vintage da letrinha da máquina de escrever...Não importam os computadores, mas sim as pessoas que estão por trás deles.Ja dizia o poeta:“QUE MARAVILHA DIZER SE TODOS FOSSEM IGUAIS A VOCE!” OBRIGADO CAMP Teresópolis ...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Idealizador do Projeto Turma do Bem


Dr.Fábio Bibancos, fundador e presidente da OSCIP, reconhecido internacionalmente como Empreendedor Social pela Ashoka (www.ashoka.org) e pela Schwab Foundation (www.schwabfoundation.org) por seu trabalho frente à Turma do Bem.